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mini-euro-tour, caderno de notas, #2
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A língua é outra, mas a mesma; há momentos de incomunicabilidade plena, outros de êxtase lusófono absurdado. Ontem tocamos informalmente com uns gajos no Tejo Bar, conhecemos mais de perto alguns fados. São objetos culturais estranhos, altamente ritualísticos, pomposos, belamente melancólicos.
 


Na mercearia do Manuel da Fonseca conhecemos a Dona Maria da Glória, essa simpática velhinha da foto.

Alguns sons e contatos iniciais com a paisagem dos sotaques lisboetas estão aqui para os que quiserem ouvir. Um beijo, e até breve.

 

Comments  

 
0 #5 Patrícia Pedrosa 2010-08-22 17:25
Que viagem, encontro ocês na escola sempre e não sabia que cês são Graveola. kkkkkk Doido véi, curto o som docês demais. Parabéns!
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0 #4 Brisa 2010-05-14 19:14
tá muito gordurante!
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+1 #3 Olha!! 2010-05-10 16:03
Esse tá muito "gurdurento" hehe... são dois parecem irrmãoxx...que bunitinha!! Olha vi pelo menos um pedaço de Bruno (o chapéu que estava do Luiz) BJu a todos... Josi Lopes
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+1 #2 caetano 2010-05-10 12:24
Viu que habitava desde sempre os dois corpos com que formava, ele e a velha,
o oceano atlântico,
só um pedaço é o que pedia, deixar migalhas pelo rastro, desdobrando a alma entre douradores, e o pedaço entre as mãos, a guardar a cabeça,
como por entre o frio de aquecer os dedos,
e evocava da lembrança uma presença tão fundamental entre os dois mundos,
(a língua movendo-se, inteira, percutia)
eram dois, o incógnito superum e seu parceiro aloprado, do sertão onde mergulha, perguntava,
e se o reconhecimento demorava, alongando o prazer,
era para fazer durar, como a música onde mergulha o dom, (os dois – mudos)
viu que além da velha, a velha começava, idêntica, inédita,
a dourar o prazer de misturar palavras, nunca era tarde crispar o som,
como a língua da velha crispava.
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+1 #1 cris 2010-05-09 22:30
Oi queridos, que delicia ver voces, estou ansiosa para encontra-los em Bologna. Nao deixem de ir amanhã no Tasca do Chico, no Bairro Alto, o fado mais zoneado que já vi. E também no fado vadio do Mesa dos Bispos em Alfama, o lugar é lindo( uma capela do seculo XVIII, com azulejos) e e como é fado vadio, não se paga, qaulquer um pode cantar( desde que seja fado) Mas lá tem que fazer reserva. Comam bacalhau na Rua dos Bacalhoeiros, na Baixa, especialmente o com grãos, que a gente não tem no Brasil. E subam para o Bairro Alto pela Escadaria do Duque, no caminho tem uma loja de disco muito legal. Se puderem, oucam a doida da Maria Joao, que adoro, deve ter CD dela no Chiado( aquela loja de CD e livro que o Yuri sabe). La tem sempre show ou alguma coisa cultural, as 17 hs, gratuito, besos e ate quinta, cris
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