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CIFRA DA VEZ - Mastigar
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Hoje é dia de cifra! Pegue seu violão, seu piano ou sua tuba e derreta corações.

 
Mastigar (Luiz Gabriel Lopes) - Um e Meio
 
C6           Cm6             G7M/B   A#o
o nosso amor a gente quis
        Am7     C
mastigar
        G
devagar
C6                 Cm6         G7M/B   A#o
sempre cada um por si só
            Am7     C
não vê fim
               G
não nem sim
 
planeta terra: chama nóis!
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amigos, leitores e interessados afins,

um tempo atrás postamos aqui um chamado à campanha "queremos o graveola no recbeat e no humaitá pra peixe" via twitter
foi massa, tivemos muitos RTs, good vibes on tweets,
mas não funcionou, nenhum dos dois festivais chamou a gente
(snif.)

mas o mundo dá voltas, e a crença no potencial positivo dos fluxos simbólicos do ciberespaço nos leva novamente a fazer um apelo geral para uma nova campanha, direcionada ao festival planeta terra

eles estão aceitando sugestões de bandas nacionais pelo twitter,
então o pedido que fazemos a todos é que dêem um RT na seguinte mensagem:

queremos o @graveola no @planeta_terra! #planetaterrafestival2010


pra quem quiser tirar dúvidas, dar sugestões e saber detalhes dessa história, tá rolando uma discussão sobre o assunto na nossa comunidade do orkut,

ficamos felizes por poder contar com a boa vontade de todos que deram força até agora: valeu mesmo, galera, de coração, e vamo que vamo!

gracias pelo apoio, abraço grande, e sorte pra nóis,

la grafonola mobiliquântica

 

 
CIFRA DA VEZ - Desagrados e Flores
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A partir de hoje postaremos regularmente novas cifras no site. De grão em grão completaremos o nosso pequeno songbook! As cifras de Ensolarado, Do alto, Insensatez, Outro Modo, Dois Lados, Amaciar Dureza e Antes do Azul já estão disponíveis aqui: CIFRAS?

E a estreante do dia é Desagrados e Flores, do disco Um e Meio.

>>>

Desagrados e Flores (José Luis Braga e Luísa Rabello)

Intro- [D7M - G7(13) G#7(13]

 
mini-euro-tour, caderno de notas, #2
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A língua é outra, mas a mesma; há momentos de incomunicabilidade plena, outros de êxtase lusófono absurdado. Ontem tocamos informalmente com uns gajos no Tejo Bar, conhecemos mais de perto alguns fados. São objetos culturais estranhos, altamente ritualísticos, pomposos, belamente melancólicos.
 


Na mercearia do Manuel da Fonseca conhecemos a Dona Maria da Glória, essa simpática velhinha da foto.

Alguns sons e contatos iniciais com a paisagem dos sotaques lisboetas estão aqui para os que quiserem ouvir. Um beijo, e até breve.

 
mini-euro-tour, caderno de notas, #1
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ao diário polifônico, nota número um:
nove horas não muito confortáveis no avião-subwoofer e, de ouvidos estufados, aterrissamos: cá chegamos um pedaço da trupe a Lisboa. sobrevividos às filas e às esperas e somos acolhidos numa casa de "malta", com gente espalhada e paredes belamente coloridas de rabiscos. gente bacana, sotaque musical, alegria familiar.
breve mais rastros, possivelmente em formato multimídia.
um beijo.
 
mini-euro-tour: prólogo
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alô astronave polifônica,
é com alegria e ainda algum não-acostumamento que anunciamos o que já não deve ser novidade a alguns: é que aprovamos um pedido de passagens no MinC e estamos de malas prontas pra dar um rolê no Velho Mundo!
rumamos ao reecontro com Maopode, integrante transcontinental cujo atual paradeiro cosmicamente coincide com a cidade do festival que nos enviou a carta convite - Bologna.
a primeira parada, porém, é Lisboa, terra ancestral da poesia dessa língua, onde por ora temos uma apresentação marcada no Crew Hassam no dia 11.
a ser continuado…
cambio breve.
 
tô ouvindo #22 - SKA!
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Alôu terráqueos. Este que vos escreve é o Rodrigo, vulgo Tio Rô da Pequena Morte e vou falar um pouco sobre o que estou ouvindo e como isso “bate” em mim. Bem, neste momento ouvindo o barulho do trânsito do centro de BH, e realmente, às seis horas da tarde na esquina da Espírito Santo com Afonso Pena, até São José está com uma ansiedade fluindo na boca do seu estômago. Rá!

Tá bom, tá bom, eu sei que não vou me eximir fácil assim. Então vamos ao que interessa.
Vou falar de SKA.

 
Luxo polifônico
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por Carol Ruas

Certo mistério envolve as músicas do grupo mineiro Graveola e o Lixo Polifônico. Onze cabeças pensaram e mais de vinte mãos trabalharam no novo disco, Um e Meio, lançado virtualmente no início do ano. O resultado é um liquidificador sonoro, onde a diversidade é o elemento primordial que perpassa as 14 faixas dissonantes do disco, algumas até desafinadas, mas misteriosamente eloqüentes na sua bagunça. Um e Meio é quase o segundo álbum deste coletivo mineiro que provoca uma saborosa mistura de variadas vertentes da música brasileira com produção caseira. Quase, porque Um e Meio é considerada pelo grupo uma “coletânea de férias”, feito entre dezembro do ano passado e fevereiro deste ano, quando a banda se concentrou em um “internato criativo” para compor, fabricar sons e incorporar estilos uns dos outros em músicas que já estavam sendo divulgadas em shows. O segundo disco - assim como o primeiro, O Disco Um (2009) - está inteiramente e oficialmente disponível para download gratuito no site da banda.

 
As férias do Graveola
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Por Rodrigo Ortega

Incompleto. Incoerente. Cheio de defeitos como todas as coisas legais. O segundo disco do Graveola e o Lixo Polifônico não é nem o número 2. Um e Meio é o nome do novo álbum do coletivo mineiro. Não se preocupe se você perdeu a primeira parte: no graveola.com.br estão disponíveis os dois CDs para download.

Se fosse um filme, Um e Meio poderia se chamar "Férias do barulho" e passaria fácil na Sessão da Tarde, dados os níveis de despretensão e diversão. As músicas foram gravadas durante o período de férias dos músicos, de maneira artesanal e caseira. O clima de "disco de verão" lembra o do Little Joy, só que se o cenário anterior era uma estrada na Califórnia, este é um quarto bagunçado em BH. 

O vocal orgulhosamente desafinado em "O varal esquecido no final" é um copo de refresco na cara orgulhosa do tradicional músico mineiro. A faixa seguinte, "Mastigar", é um sanduíche de melancolia e amor que dá um nó na minha garganta. Sabores variados e crocantes completam o piquenique.
 
graveola recomenda: coletânea bootleg ´09 (outros críticos)
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opa, natal, noel, etc,
e por alegria do (nunca casual) acaso, como regalo de fim de ano, fizemo-nos constar no plantel da primeira coletânea Bootleg organizada pelo estiloso blog Outros Críticos, figurando com a (já aqui postada) pornográfica versão-guia de Benzinho (featuring Yuri Vellasco nos vocais), ao lado de sobras de estúdio de uma turma bacana.

recomendamos o download, a leitura e a escuta, aqui

 
carta aberta à Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte
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aos poucos e valiosos frequentadores desse site, o seguinte aviso:
excepcionalmente, a quinta edição da coluna Tô Ouvindo, que vem sempre aos domingos, será postada na próxima quinta feira.

o motivo é a carta aberta que se segue, dirigida à Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte, que queremos compartilhar com nossos colegas da comunidade artística em geral, e também com aqueles que ouvem nossa música e apoiam nosso trabalho.

(e em tempo: comentários são bem vindos, uma vez que a intenção é criar uma instância de debate).

 
entrevista - senhor f
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rolou nesse site uma resenha do disco e uma entrevista com o triunvirato nome-composto do graveola: joão paulo, josé luis e luiz gabriel:

http://www.senhorf.com.br/agencia/main.jsp?codTexto=5785

o "portal senhor f" é um site muito bacana, com pencas de conteúdo muito bem feito e igualmente variado sobre música independente em geral. resenhas, notícias, listas, videos e tudo mais que for motivo pra ouvintes aficcionados perderem (ganharem?) horas e horas na internet. vale conferir!

 
euovo blog
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nesse blog rolou um comentário bacana sobre o disco e uma entrevista com o luiz gabriel. confira o link:

http://euovo.blogspot.com/2009/05/esses-mineiros-polifonicos-e-seus-tons.html 

 

 
amaciar dureza
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temos recebido algumas reações muito bacanas sobre o cd
reproduzimos aqui uma das pérolas, com agradecimentos.


----- Mensagem encaminhada ----
De: Marcos Martins
Para:
rafael barros
Enviadas:
Segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2009 15:00:38
Assunto: amaciar dureza

na vida amaciar dureza!
aí, pensei:
na vida amar se há!

 

 
lixofonias
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lixofonias 1. pela casa o som dos inseticidas uma quase polifonia em construção - no início era o som, a voz, o coro [antes até da afinação], de um alfabeto desastrado do fogo / da violência / do tesão, ("alguma coisa quase, mas nem tanto"). 2. Deito-me, levanto-me, penso que é enorme cantar (...) os clavicórdios, tragam os clavicórdios. existe um alfabeto caído, do plágio / da máquina embaralhadora de plugins / do código de barras: (voz de um super heroí de sabão em pó): - Sequestraremos as legibilidades vomitadas, e todo ruído será um slogan. Para que se encene a era dos slogans eletroacústicos. 3. O coro se escorrega todo em sujeira de microtons, eis o liquidificador, o totem, e novamente o alfabeto assimétrico do lixo, disseram sugerir as inflexões da voz, as imagens "de digestão", "de dilatação", "de movimentação", "de respiração" ("à sua extraordinária desordem preside o pensamento"), disseram ser a dança uma reação ao medo, e a necessidade e a vontade do canto o amor pela punhalada, de trazer à voz um lugar, uma casa para se aplicar e desenvolver as sensibilidades do corpo. (voz de crooner): - E o som dos mosquitos não resistirá às mágoas desse inseticida. e deu-se a dizer da barroca culinária sonora daquelas pedras, de um desajeitamento quase proposital, afinal não é apenas isso a que se dão fazer? (quando da multiplicidade), e na verdade que se diga que vão rolar os adultérios, a festa, dizem, chamem os clavicórdios!, chamem os clavicórdios!, e todos os mosquitos da casa.

publicado originalmente no jornal ACasa fala #2, do D.A. Belas Artes - UFMG  | por graveola e o lixo polifônico, em residência n´ACasa | 39o Festival de Inverno da UFMG. Diamantina, julho de 2007

 

 


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